A nossa abordagem
A nossa abordagem à transição climática está construída em torno de dois compromissos essenciais: aumentar a eficiência energética e carbónica da operação e da cadeia de valor; e contribuir para a descarbonização da economia, através de produtos e serviços inovadores que reduzem emissões dos clientes, de forma a manter uma rede resiliente aos efeitos físicos das alterações climáticas.
Temos como objetivo reduzir a pegada de carbono em linha com a ciência climática
As emissões que ocorrem na cadeia de valor, a montante (cadeia de fornecimento) e a jusante (utilização de produtos e serviços pelos clientes) da operação própria, representam, em média, cerca de 80% da nossa pegada de carbono.
Mobilizar fornecedores, parceiros e clientes para a redução de consumos de energia e materiais é essencial para atingir os nossos objetivos de descarbonização, mas também de circularidade.
Aumentar a resiliência da nossa atividade
Estamos a aumentar a resiliência da nossa atividade, em particular da infraestrutura técnica, aos efeitos das alterações climáticas, através da integração e reforço de medidas especificas nos processos de continuidade de negócio.​
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Testamos continuamente diferentes cenários de resiliência para avaliar a capacidade de resposta da nossa rede e sistemas perante uma falha, perturbação ou evento externo, melhorámos os procedimentos de contingência em situações meteorológicas excecionais, em articulação com o IPMA, sistematizámos a identificação de instalações técnicas em locais com elevado risco de incêndio, reforçámos a autonomia energética de instalações críticas e melhorámos a solução de alerta à população, com recurso à rede móvel da NOS, no sentido de reduzir os tempos processamento e envio das mensagens.
Testamos continuamente diferentes cenários de resiliência para avaliar a capacidade de resposta da nossa rede e sistemas perante uma falha, perturbação ou evento externo, melhorámos os procedimentos de contingência em situações meteorológicas excecionais, em articulação com o IPMA, sistematizámos a identificação de instalações técnicas em locais com elevado risco de incêndio, reforçámos a autonomia energética de instalações críticas e melhorámos a solução de alerta à população, com recurso à rede móvel da NOS, no sentido de reduzir os tempos processamento e envio das mensagens.
Riscos e oportunidades decorrentes das alterações climáticas
Desde 2020 que respondemos ao questionário do programa CDP Climate Change que avalia, com detalhe, a forma como as empresas respondem aos riscos e oportunidades que as alterações climáticas colocam ao seu negócio.​
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Neste contexto, fizemos também uma caracterização detalhada de riscos e oportunidades, utilizando a taxonomia e orientações definidas pela Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), preparando simultaneamente a adoção das respetivas recomendações em futuras edições dos nossos documentos de prestação de contas
Neste contexto, fizemos também uma caracterização detalhada de riscos e oportunidades, utilizando a taxonomia e orientações definidas pela Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), preparando simultaneamente a adoção das respetivas recomendações em futuras edições dos nossos documentos de prestação de contas
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